A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) alcançou 46 pontos e teve seu desempenho considerado “regular” no Índice de Transparência e Governança Pública. O item com pior desempenho da Bahia foi o quesito Plataformas, que trata dos meios e canais necessários para a garantia de transparência (portais da transparência e de dados abertos, e-SIC e ouvidoria). A segunda pior área avaliada no estado baiano foi a dimensão Transparência Administrativa que avalia a existência e qualidade de dez bases de dados consideradas essenciais para a transparência das Assembleias Legislativas, principalmente em questões de transparência orçamentária-fiscal, como salários dos servidores, verbas indenizatórias, despesas, contratos e licitações. Nas questões de transformação digital, a Assembleia Legislativa da Bahia obteve um bom desempenho. A Casa possui o aplicativo “Alba”, onde os cidadãos podem acompanhar o processo legislativo, a formação das comissões temáticas permanentes e temporárias, representação partidária e notícias. A assembleia baiana também é uma das que utilizam inteligência artificial em seu portal, por meio da Assistente Virtual da Assembleia Legislativa da Bahia (AVA). Já no quesito Participação e Engajamento, a assembleia pode avançar na disponibilização de ferramentas de participação em formato de enquete e oferecer canais para receber propostas legislativas de cidadãos e entidades. Também deve disponibilizar em seu portal ferramentas de acessibilidade, em conformidade com normas de acesso a pessoas com deficiência. Além disso, mesmo a Assembleia Legislativa da Bahia sendo pioneira em transformação digital, segundo os dados do ITGP, ela deve avançar na divulgação básica de informações parlamentares e administrativas, em locais apropriados para a divulgação de banco de dados, como portal de dados abertos, em um canal e-sic e um canal de ouvidoria para receber casos de denúncia de corrupção.
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